segunda-feira, novembro 29, 2004

Tempo ocupado

Para além dos trabalhinhos a que já me habituei de Marketing e Comportamento Organizacional, tenho participado em algumas actividades.

Podia começar logo com os quatro concertos de Haydn e Mozart pela Orquestra Sinfónica Portuguesa na reitoria da minha universidade.
Ou então com a grande conferência em homenagem a Alfredo de Sousa, fundador da Faculdade de Economia onde estudo, com a participação do cativante guru do Comportamento Organizacional Cary Cooper.
Aconteceu o 3º Business Fórum, expondo-se 27 empresas no corredor da faculdade.
Fui a uma entrevista à CapGemini, a minha primeira. Estavam uns tipos a filmar um anúncio qualquer na recepção da empresa, pois o edifício tem uma vista panorâmia muito interessante sobre o rio Tejo.
Participei na muito animada 1ª sessão do CIP, curso de formação para ser dirigente no escutismo. A minha equipa é a Kim (alusão maliciosa ao Kim Bolas!) e o totem que escolhi para mim foi o Lince Perspicaz.
Assisti à hilariante peça de teatro "Picasso e Einstein" no Trindade, depois de um jantar irreverente no chinês.
Fui ver o filme "O novo diário de Bridget Jones" e no final falávamos mais das peripécias que nos tinham acontecido, que propriamente no filme em sim, pois foi combinado tão em cima da hora. Eu, que estava atrasado por vir a correr de um teste de Espanhol,ao chegar e não ver quem queria, percorri para baixo e para cima a sala de cinema, olhava para o bilhete para ver se estava a ver o filme certo e nada. Foi caricato, mas cheguei mesmo primeiro!
Participei no VI Congresso Nacional dos Estudantes de Marketing, na antiga FIL, e não na nova como descobri no local! Fui pontual, mas no local errado. Perdi a conferência de abertura, mas ainda me entreti com as meninas que mostravam os vários expositores, como as da TMN que andavam de patins e com um vestido-cinto bastante apelativo.
Ainda deu para dar uma passeio pela zona de Belém e apreciar a maior árvore de Natal da Europa e ver de longe a pista de gelo, isto com o aroma dos pastelinhos.

Bem, este post é mais uma desculpa por não ter escrito nada!

segunda-feira, novembro 08, 2004

Stomp

O espectáculo apela à sensibilidade rítmica de uma forma surpreendente, a partir de sitações do quotidiano. Desde varrer o chão a sujá-lo com areia para nela deslizar, passando por sons a partir de sacos, contentores, lixo, garrafões de água, jornais, isqueiros e até lava-loiças, tudo serve para fazer música.

Para além da estupenda exibição de grandes percussionistas com apurado sentido de ritmo, este grupo tem um fantástico sentido de espectáculo.

O público é envolvido na onda rítmica às instruções de um dos elementos, repetindo o ritmo que ele faz... ou pelo menos tentando. Existe também aquele personagem cómico que parece que caiu ali do nada e faz sempre coisas exageradas, hilariantes.

É sobretudo um espectáculo que impressiona pela grande sincronização e por ser muito original, fazendo música com o que menos se espera.

quinta-feira, novembro 04, 2004

Mais do mesmo

Dá que pensar! Os americanos enfileiram-se durante horas para pôr o papel na urna e acabar por escolher o que os deixou na situação em que se encontram. Bush pode afirmar ter sido o presidente americano mais votado de sempre. Será que isso é bom? Depois de tudo o que ele fez será que não deixou também os americanos como ele?

Quem conhece a revista The Economist reconhece a sua perspicácia feroz, sempre interventiva. Vejam então o que eles dizem sobre os candidatos: o incompetente vencedor e o incoerente derrotado.

quarta-feira, novembro 03, 2004

Drave


A Drave é um lugar místico, perdido por entre montes e vales, isolado e desabitado. Alguns espaços pertencem ao CNE e são melhorados com as ajudas de todos os caminheiros que por ali passam. É um lugar imponente na simplicidade e cativante por incentivar ao desprendimento das coisas. Torna única a experiência de caminheirismo.

O último fim-de-semana, por ter sido alargado, foi aproveitado para uma grande actividade de caminheiros na Drave, a Base Nacional da IV. Com ela promoveu-se o crescimento e integração do Clã Madre Teresa de Calcutá, que engloba os agrupamentos dos Pousos, Sto. Agostinho e Barosa.

Eram 12 pessoas, incluindo o chefe Nogat e recos, claro, e a animação fez parecer que todos nos conhecíamos há imenso tempo, apesar de haver várias caras novas. Isto para além dos problemas com a carrinha da Carina que teimava em verter gasóleo: revelou-se não ser um problema perigoso, mas que apenas gastava mais, por derramar gasóleo no chão.






Nós ficámos absortos neste espírito. Isso aconteceu com o raid nocturno em que se seguiam as pegadas dos mais velhos, terminando num lava-pés, ao fazer pão com ajuda de todos, ao irmos visitar a única senhora que vive ali perto, ainda mais isolada, e ela não estar lá, ou até ao jogarmos ao Lobo na aldeia!

Foi um momento espectácular para este clã, cada vez mais saudável e animado!