segunda-feira, novembro 27, 2006

Actividades avulso

A Filarmónica das Cortes participou este sábado no II Concurso Nacional de Bandas Filarmónicas Cidade de Aveiro. Apesar de a prestação não ter estado ao nível de algumas bandas presentes neste concurso, o sentimento ao sair do palco foi de alívio.

Havia uma grande pressão sobre os músicos e foi difícil combater o nervosismo em palco, apesar dos vários ensaios e do concerto em Leiria no domingo dia 19 no Teatro Miguel Franco, que serviu como ensaio geral.

O concurso decorreu num edifício que era uma antiga cerâmica e agora é um moderno centro de congressos. Ainda deu para passear um pouco pelo centro da cidade, passar pelo Fórum Aveiro e comprar uns tradicionais ovos moles.


No Escutismo tenho andado a preparar a actividade de Natal da Alcateia de Sto. Agostinho, que vai ser uma novidade para muitos lobitos e também para os chefes: é a primeira vez que eu e a Alice organizamos sozinhos uma grande caçada (esta actividade vai ser de três dias, de 8 a 10 de Dezembro). Espero que corra tudo bem, que as ideias já vão começando a surgiu em catadupa.

No último sábado, na Actividade Regional de Guias nas Chãs o tema vencedor acabou por ser o Rei Leão, apesar de o Yakari (proposto pela minha equipa) ter também cativado bastante os miúdos). Sempre que gritássemos "Yakari!", eles respondiam "Estou aqui!".


A Orientação tem sido uma constante estes últimos fins-de-semana com os treinos e o próximo com o Campeonato Ibérico em Sabrosa, Vila Real, que já tem mais de 800 atletas inscritos!

No treino do domingo passado, no Facho, incidiu-se no treino de leitura de curvas de nível num terreno com bastante relevo, com opcções de corrida na mesma curva de nível.

Este domingo, em Pedreanes Norte, numa zona extremamente técnica, senti alguma dificuldade em identificar algumas formas de relevo no terreno. O mais difícil foi encontrar um ponto que estava num esporão que se dissimulava no terreno. Era preciso termos a certeza do sítio onde estávamos, pois não havia balizas com um número para confirmar se estávamos no sítio certo, mas apenas uma fita cor-de-laranja, por vezes bastante imperceptível.

terça-feira, novembro 14, 2006

Yakari

Na actividade de guias da Iª secção da região de Leiria no próximo dia 18 vai-se escolher o imaginário para o próximo ano escutista. O campo onde está inserida a alcateia de Sto. Agostinho (designada para já como bando cinzento) vai propor o imaginário do Yakari.

Este era o nome de um jovem índio sioux nuns desenhos animados antigos franceses. Yakari mostrava coragem, generosidade e capacidade de liderança, sempre com um espírito de amizade, que espelhava um exemplo para quem o via.

Pessoalmente não sei se esta tema terá grande potencial para atrair os lobitos de agora. Basta lembrar que o tema do ano passado foi bastante actual (Os Incríveis) e era, mesmo que não pareça, fácil de o enquadrar nas actividades escutistas. Aqui fica o genérico.

domingo, novembro 12, 2006

Terras de Bouro

Este fim-de-semana decorreu numa paisagem soberba do Gerês o I GPO Terras de Bouro. Foi um rol de experiências novas: pernoitar em "solo duro" (que no fundo é acantonar num pavilhão), correr num terreno muito técnico e muito rochoso, a minha estreia em provas da Taça e Portugal e, não menos importante, saborear pela primeira vez o pitéu que é a "massa à COC".

Zona das partidas no Sábado
Concentração para a partida de Sábado (dist. média)

Como as partidas no sábado começavam às 11h, resolveu-se partiu na sexta-feira ao fim do dia. Ainda bem que assim fizemos, pois conseguimos ficar bem instalados, apesar de o solo duro ter enchido por completo.

No sábado eu parti às 12:45, quase duas horas depois da primeira partida, o que me deu tempo para tirar algumas fotografias antes de ir correr. Os montes perdiam-se de vista, cada vez mais azulados no horizonte; as rochas, enormes e de formas engraçadas, pareciam trabalhadas por um artífice; as pessoas estavam impressionadas com a envolvente e os cavalos que andavam por ali à solta não se mostravam muito incomodados com a presença de estranhos.

Cavalo perdido
Este bonito cavalo vinha direito a mim a relinchar.

Quanto à corrida, estava difícil encontrar o 4º ponto (chegaram a juntar-se quatro pessoas à procura do ponto) e um desnorte a caminho do 11 fez-me perder muitos minutos. Estes foram os maiores erros. O terreno era muito irregular, com muitas rochas e pedras enormes e às vezes era difícil saber qual era qual entre o mapa e o terreno.

À tarde fomos fazer o circuito aventura das dez pontes entre árvores. Na organização não nos souberam explicar o que era: diziam-nos que era um passeio a cavalo, eu tinha ficado com a ideia de um percurso pedestre entre árvores onde se passava por cima de dez pontes. Fomos na mesma e adorámos. Afinal era um percurso de obstáculos aéreos em que se passava de uma árvore para outra suspensos em cabos de aço, cada passagem com o seu obstáculo, acabando no slide até ao ponto de partida. Interessante foi o salto para uma rede grossa que depois tínhamos de trepar estilo homem-aranha.

Circuito entre Árvores
Circuito entre árvores oferecido pela Equicampo.

Ao chegar à escola em cujo pavilhão estávamos alojados, invadiu-nos o aroma da especialidade culinária do Clube: a massa à COC. Muita massa com carne (eram duas panelas cheias!), depois era só polvilhar com queijo ralado e voilá! Que pitéu...

Para "desmoer" o jantar, passei pela VI Feira/Mostra de S. Martinho, que era ali muito perto, com várias barraquinhas a oferecer o que melhor tinham da região, desde doces e compotas até chouriços e salpicões, passando pelos queijos ou mesmo artesanato. Acabei por comprar dois pequenos pães-de-ló de Ovar (que nem sequer é ali perto!) e a senhora deu-me uma ficha para os carros-de-choque a mim e outra ao Fred. E fomos logo gastá-las!

Carros-de-choque
Foi um momento bastante descontraído nos carros-de-choque.

Ainda pudemos provar castanhas mal assadas no meio da estrada por um dirigente escutista de um dos grupos de escuteiros de Terras de Bouro.

No domingo foi a distância longa, com a ordem das partidas inversa à classificação do dia anterior, isto é, primeiro partiam os que tinham ficado em último. A arena não ficava nada atrás de outras em eventos internacionais (pelo que tenho visto na internet). Limparam o tojo numa boa área, havia uma zona de espectadores que tinha uma paisagem magnífica para apreciar enquanto não chegassem os atletas, proporcionaram algumas actividades lúdicas como tiro com o arco, tiro com bolas de paintball e luta de sumo, as partidas tinham o minuto -6, que levavam os atletas (com um pequeno mapa para habituação à escala 1:10.000 ou 1:15.000) a começar num ponto mais sossegado.

Arena no Domingo
Aspecto geral da Arena de Domingo.

Apesar do sossego, logo no primeiro ponto comecei a andar no meio de tojos secos, por o caminho estar um pouco imperceptível, por pensar que sabia exactamente onde estava e, principalmente, por a teimar! O fato novo do COC, estreado no dia anterior, estava cheio de picos. Mas pior que no fato era nas pernas e nas mãos!

No entanto, a grande argolada neste percurso viria a ser para o ponto 4. Fiz uma boa descida do 3 até ao caminho e depois virei à... direita (quando devia ter sido à esquerda!). Li mal o mapa e tardei a aperceber-me do erro. Só quando vi um cruzamento de linhas de água é que tive a certeza onde estava e que estava bastante mal. E mesmo já na aproximação a ponto 4 também houve um falhanço. Portanto este foi o ponto dos erros e enganos. De resto até correu bem, apesar de ir bastante lento pelo cansaço.

Foto do COC
Foto de família do COC.

No sábado de manhã, por brincadeira com o Sérgio e o Nuno (também H21B), disse que ia ficar nos vinte primeiros (em 50 inscritos). E fiquei... em 20º! No sábado fiquei em 20º (44:35), no domingo em 23º (1:18:14), o que correspondeu a 20º na geral. Portanto, para a próxima o objectivo pode ser um pouco mais ambicioso...

Fotos de Sábado
Fotos de Domingo
Resultados

Mapa de Sábado, Mapa de Sábado com o meu percurso
Mapa de Domingo, Mapa de Domingo com o meu percurso

sexta-feira, novembro 10, 2006

Castanhada

Num dia em que os funcionários públicos estão de férias, quer dizer, em greve, assam-se na Viamarca umas castanhas para comemorar o tradicional magusto. O dia está impecável, como sempre me lembro de estar por altura do "Verão de S. Martinho".


Reza a lenda que, "num dia tempestuoso ia São Martinho, valoroso soldado romano, montado no seu cavalo, quando viu um mendigo quase nu, tremendo de frio, que lhe estendia a mão suplicante... S. Martinho não hesitou: parou o cavalo, poisou a sua mão carinhosamente na do pobre e, em seguida, com a espada cortou ao meio a sua capa de militar, dando metade ao mendigo. E, apesar de mal agasalhado e sob chuva intensa, preparava-se para continuar o seu caminho, cheio de felicidade. Mas, subitamente, a tempestade desfez-se, o céu ficou límpido e um sol de Estio inundou a terra de luz e calor.

Espero que o bom tempo continue durante o fim-de-semana, pois vou participar na minha primeira corrida de orientação com dormida no local. Vai ser nas Terras de Bouro, já muito perto do Parque Nacional Peneda-Gerês (é o ponto amarelo no canto inferior esquerdo deste mapa).

Nesta prova que conta para a Taça de Portugal estão inscritas mais de 500 pessoas. Só do Clube de Orientação do Centro (COC) vão 54 atletas (é o clube mais representado), o que indicia bons resultados para o clube. O GPO Terras de Bouro tem uma corrida de distância média no Sábado e uma de distância longa no Domingo. Existe animação na arena de prova, com tiro ao arco, luta de sumo, etc. Durante a tarde de sábado vai-se realizar para quem se inscrever (eu quero!) um circuito aventura de dez pontes entre árvores. Seja lá o que isto for, parece interessante. Como vai decorrer em simultâneo a VI Feira/Mostra de S. Martinho, existirão mais actividades culturais, como os grupos de cantares típicos.

No Sábado à noite, para estimular o convívio entre os elementos do COC, vai haver o tradicional (porque acontece em todas as provas da Taça de Portugal) jantar à COC. Pelos vistos a ementa é sempre a mesma ("Massa à COC"), mas como não há provas para a Taça de Portugal todos os dias, é tolerável!

Em breve deixo aqui reacções, fotos e mapas.

quinta-feira, novembro 09, 2006

Jamie Cullum

Jamie Cullum
Hoje à noite no Coliseu dos Recreios este senhor vai dar música da boa. É pelo menos a terceira vez que está em Portugal. Quem quer que possa ver não hesite. É um espectáculo que vale a pena.

Eu tive a oportunidade de, por acaso, assisitir a um curto concerto de promoção do "Twenty Something" na FNAC do Colombo, em Lisboa. Estava à procura de um livro e oiço pelos intercomunicadores o anúncio de que ele iria tocar dali a alguns minutos. Achei impressionante a sua vivacidade, talento e também a grande... pancada! Numa música ("I Get A Kick Out Of You") tocava piano com os pés ou com o rabo!

Fiquei com pena de não o ver em 2005 em Oeiras no Cool Jazz Fest e agora, por não poder ir a Lisboa. Mais oportunidades virão. Parece que ele gosta disto por cá...

sexta-feira, novembro 03, 2006

Chama-me nomes

Vai dar banh... nome ao cão!Quanto é que custa dar um nome a um cão?

A resposta é simples: apenas $9,95 com satisfação garantida ou a Jenny devolve o seu dinheiro.

É ou não é absurdo?
Agora o que é certo é que tenho uma cadela com um nome no top ten, o que, segundo a Jenny, não é nada bom. Nem para o dono nem para o cão!

quinta-feira, novembro 02, 2006

Animalesco

No feriado, na 2:, deu um documentário interessante sobre a evolução da espécie humana na pré-história. O filme "Homo Sapiens" é recente e está bastante bem feito, baseado em bastantes factos históricos. Mas reportando-se a um passado tão longínquo e ainda muito incógnito, é natural que se possa considerar este documentário como pura ficção.

Seja como for, ao vaguear pela net encontrei este site fantástico sobre uma abordagem primal do exercício físico. No fundo, segundo o GoAnimal o exercício físico no quotidiano é saudavel, mas parece fazer cada vez mais parte dos livros de história. Para contrariar o sedentarismo que leva a cada vez maior número de doenças associadas à ausência de movimentos, criaram um conceito inovador, em que o exercício tem de se relacionar com as origens do Homem, tem de ser prático e divertido.

Frank Forencich, o criador deste conceito, tem já dois livros relacionados com esta abordagem:
Play as if Your Life Depends on It
Exuberant Animal.

quarta-feira, novembro 01, 2006

Estafetas

Lobitos
Lobitos de Sto Agostinho num jogo estafetas

No Sábado passado houve mais uma reunião de unidade às 15h, como de costume, com o prolongamento para os guias e sub-guias até domingo de manhã, onde se iria decidir o projecto para o Acagrup, a realizar em Abril. Foi uma reunião interessante pela quantidade de lobitos na alcateia, com dois bandos completos.

Mais para o fim da reunião de unidade, no jardim de Sto. Agostinho, fizemos o jogo da estafeta-túnel. Com os bandos alinhados e com os lobitos de pernas afastadas, o primeiro de cada fila saía em direcção a uma vara que estava espetada no chão, contornava-a, rastejava por baixo das pernas dos colegas de bando, levantava-se e batia com a mão no ombro do último da fila. Então, esse lobito que levou o toque no ombro, tocava no ombro do da frente e assim sucessivamente até chegar ao primeiro da fila, que partia logo que lhe tocassem no ombro. Isto até todos fazerem o percurso uma vez para ver qual era o bando mais rápido.

Foi muito engraçado, eles divertiram-se e até quiseram repetir o jogo!